09 de Outubro 00:00
Liminar garante cargo ao prefeito de Cristalina (GO)

O prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié, vive uma situação tensa e está no cargo por força de uma liminar há mais de um ano. Isto porque em 27 de setembro de 2010, a juíza Flávia Cristina Zuza concedeu parcialmente os pedidos cautelares feitos pelo promotor de Justiça Antônio de Pádua Freitas Júnior e ordenou o afastamento do prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié, e dos funcionários do município José Nilson de Lima Santos e Sérgio Correia Soares de suas funções até o término da instrução processual para evitar a coação dos evolvidos ou ocultar e destruir provas. (leia mais)

O prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié, vive uma situação tensa e está no cargo por força de uma liminar há mais de um ano. Isto porque em 27 de setembro de 2010, a juíza Flávia Cristina Zuza concedeu parcialmente os pedidos cautelares feitos pelo promotor de Justiça Antônio de Pádua Freitas Júnior e ordenou o afastamento do prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié, e dos funcionários do município José Nilson de Lima Santos e Sérgio Correia Soares de suas funções até o término da instrução processual para evitar a coação dos evolvidos ou ocultar e destruir provas.

Na ação proposta pelo Ministério Público, os três são acusados por improbidade administrativa. De acordo com o apurado, a administração municipal contratou José Nilson de Lima para exercer o cargo comissionado de chefe de Obras, Projetos e Serviços Urbanos desde janeiro de 2009 e, posteriormente, a função de assistente de estradas e vias públicas, porém, ele presta serviços na fazenda do prefeito das 7 às 17 horas, de segunda-feira a sábado. Já Sérgio Soares seria um funcionário “fantasma”, pois ele é, simultaneamente, vendedor da empresa Jovem Lar desde abril deste ano, e também assistente da prefeitura desde dezembro de 2009 – ambos os cargos possuem a mesma jornada de trabalho.

Segundo Antônio de Pádua, os réus, quando questionados pelo MP em dois momentos, deram depoimentos contraditórios. A juíza deferiu ainda a expedição de mandados para a busca e apreensão de todos os documentos funcionais e remuneratórios dos servidores, como comprovantes de pagamentos, listas de ponto e prontuários na sede da prefeitura e no departamento de Recursos Humanos Municipal, conforme pediu o promotor. Com informações do Ministério Público de Goiás.

Nota:

Matéria originalmente publicada em www.estacaodanoticia.com

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